Rio Mojirum
Ana Paula
Coord.: Ana Paula · 21 missionários
Em quatro dias, mais de 5.000 pessoas viram o amor de Deus
chegar de
barco, de mão em mão, de porta em porta.
"Porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era estrangeiro e me recolhestes."— Mateus 25:35
Cada uma com nome, história e uma necessidade que Deus viu primeiro.
Famílias que não passaram fome naquele fim de semana.
Novos nomes escritos no Livro da Vida na beira do rio.
O céu celebrou cada um deles na praia de Melgaço.
Você poderia ter ficado em casa. Mas você escolheu embarcar no Navio Bom Jesus de madrugada, dormir no convés, acordar com o cheiro do rio e trabalhar o dia inteiro — sem parar, sem reclamar.
Para as 810 pessoas nas comunidades ribeirinhas que não estavam no mapa do turismo, mas estavam no coração de Deus — você foi a resposta. Para as 1.478 famílias em Melgaço que ouviram uma batida diferente na porta, sua visita mudou algo.
As 382 conversões não foram um número de relatório. Foram 382 nomes escritos pela primeira vez no Livro da Vida. E os 30 batismos nas águas de Melgaço — o céu inteiro celebrou cada um deles.
Obrigado por ter ido.
O Marajó lembra de você.
Cada cesta distribuída, cada bíblia entregue, cada criança atendida — tudo começa com alguém que disse sim. Você pode escrever o próximo capítulo desta história.
Sua doação em prática
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Quatro equipes saíram do navio em barcos menores e chegaram onde o Estado nunca chega.
Rio Mojirum
Coord.: Ana Paula · 21 missionários
Rio 3 Bocas
Coord.: Pr. Arnaldo Pires · 30 missionários
Rio Ipiranga
Coord.: Lilian Monteiro · 16 missionários
Vila Paricatuba
Coord.: Pr. Gil Matos · 30 missionários
205 missionários foram às ruas de Melgaço e bateram em 1.478 portas. Dentro de cada uma, uma família esperando que alguém se importasse.
Mais de 600 missionários embarcaram no Navio Bom Jesus em direção a Melgaço — vindos do Pará, Amazonas, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Goiás, Sergipe e Maranhão.
Não foram profissionais pagos. Foram voluntários que usaram férias, economias e fé para atravessar o Marajó e servir pessoas que nunca tinham visto na vida.
Cada cesta levada era peso nas costas. Cada oração era vulnerabilidade real. Cada criança abraçada era uma escolha de amor.
A missão funcionou porque pessoas comuns disseram sim.
Em 2027, o Navio Bom Jesus parte de novo. Mais comunidades, mais portas, mais vidas. A pergunta não é se haverá missão — a pergunta é: você vem?
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